Edição 1 Comunicação, 2017

Somos uma agência de comunicação que atua com objetivos definidos: oferecer excelência no atendimento e entregar o melhor resultado ao cliente. 

Equipe Edição 1

    Com atuação voltada para comunicação, marketing e gestão de conteúdo em diferentes plataformas, nossos profissionais - jornalistas, designers e publicitários -  formam um time multidisciplinar que mescla a experiência dos diretores com a modernidade dos jovens talentos.  Todos dominam as ferramentas e o know-how necessários  para o desenvolvimento de estratégias e gestão da comunicação aplicada a negócios e estão comprometidos com ações de planejamento e com a implementação de atividades alinhadas às melhores práticas da comunicação, em plena sintonia com a complexidade do ambiente global.

    Oferecemos aos nossos clientes - empresas, associações, ONGs, políticos e executivos - soluções criativas de comunicação a partir de uma visão ampla do cenário em que estão inseridos, incrementando e promovendo sua imagem perante o público alvo e integrando mídias on-line (sites, redes sociais e blogs) e off-line (revistas, jornais e diversas outras publicações).

     

Edição 1 Comunicação, 2017

Vídeos, revistas, banners, portais... conheça um pouco do nosso trabalho, customizado para atender aos mais diferentes clientes.

  • bretanha

    Banner

    Mídia off-line

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    bretanha

    Banner

    Categoria: Mídia off-line

    Cliente: Escola Bretanha

    Banner da Escola Bretanha – Criação e produção do mega banner da Escola Bretanha, instalado na fachada de um shopping center.


    banner_fachada_clean
    megaBanner_bretanha_2_final









  • VIDEO PTC_IMAGEM

    Eleições proporcionais

    Vídeos

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    Eleições proporcionais

    Categoria: Vídeos

    Eleições proporcionais - Vídeo explicativo sobre o que são eleições proporcionais, esclarecendo eleitores e futuros candidatos.
  • ibam

    Revista Municípios

    Mídia off-line

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    ibam

    Revista Municípios

    Categoria: Mídia off-line

    Cliente: IBAM

    Revista Municípios – Revista bimestral, distribuída pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal, com artigos e reportagens sobre temas de interesse nacional e internacional relacionados ao federelismo, à descentralização e ao desenvolvimento da capacidade instituicional dos governos municipais.


    capa IBAM_282 final_menor
    ibam_IMAGEM

  • roberta

    Designers de Interiores

    Mídia on-line

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    roberta

    Designers de Interiores

    Categoria: Mídia on-line

    Site Designers de Interiores – Criação do site das designers Roberta Jardim e Elvira Santana.


    roberta2

    Visitar Site
  • acm

    ACM Rio

    Mídia on-line

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    acm

    ACM Rio

    Categoria: Mídia on-line

    Cliente: ACM

    Portal ACM Rio - Criação e gerenciamento de conteúdo do portal da ACM Rio, que engloba também os sites da ACM Sede, ACM Ilha, ACM Engenho de Dentro, ACM Araras, ACM Cururu e ACM Social.

    Visitar Site
  • brasil descontos_IMAGEM

    Brasil Descontos

    Vídeos

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    Brasil Descontos

    Categoria: Vídeos

    Brasil Descontos – Vídeo criado para promoção de um site de compras coletivas.
  • bretanha

    Escola Bretanha

    Vídeos

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    Escola Bretanha

    Categoria: Vídeos

    Cliente: Escola Bretanha

    Escola Bretanha - Vídeo produzido e divulgado nos cinemas.
  • cneg

    CNEG

    Mídia off-line

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    cneg

    CNEG

    Categoria: Mídia off-line

    Cliente: UFF

    Congresso Nacional de Excelência em Gestão -  Produção de toda as artes publicitárias (brindes promocionais e cartazes)


    PosterCNEG_final
  • prtb

    PRTB

    Mídia on-line

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    prtb

    PRTB

    Categoria: Mídia on-line

    Cliente: PRTB do Rio de Janeiro

    Site do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro - Criação e gerenciamento de conteúdo do site do PRTB do Rio de Janeiro.
    Visitar Site
     

Edição 1 Comunicação, 2017

Edição 1 Comunicação, 2017

Nossa equipe oferece uma gama de serviços para o atendimento customizado aos mais diferentes clientes: leitura de cenários, análise de visibilidade na imprensa e nas redes sociais, consultoria estratégica em comunicação, assessoria de imprensa e comunicação digital. Com muita criatividade, buscamos soluções completas para ampliar sua presença nos meios on-line e off-line, e incrementar seu conteúdo e sua imagem perante o seu público-alvo. Veja os serviços que prestamos:

 

Marketing Político

 
      • Mapeamento estratégico do candidato ou parlamentar;
      • Estratégia de comunicação com o eleitor;
      • Criação de conteúdo com valor agregado às propostas de campanha do candidato;
      • Criação de filmes publicitários para campanha;
      • Criação de vídeos para filiação partidária;
      • Assessoria de imprensa digital e off-line: relacionamento com formadores de opinião da grande imprensa e influenciadores da web;
      • Clipping;
      • Criação e atualização de sites de campanha e de parlamentares;
      • Criação, atualização e monitoramento das redes sociais.
 

Gestão de Conteúdo

 
    • E-mail marketing: concepção do layout e do conteúdo, definição dos públicos e disparo, monitoramento dos resultados;
    • Publicação de livros, revistas, house organs, folders e outros materiais corporativos: pauta, projeto editorial, projeto gráfico, produção de conteúdo, montagem, fechamento e impressão;
    • Gestão de conteúdo para sites;
    • Assessoria de imprensa e clipping.
 

Marketing Digital

 
    • Planejamento – Planejamento estratégico de comunicação digital; planejamento, criação e gestão de sites, blogs e perfis nas redes sociais;  e concepção de portais de conteúdo;
    • Relacionamento – Criação de políticas de uso de redes sociais corporativas; promoção do diálogo entre o cliente e seus públicos de interesse (mídia, blogueiros, influenciadores, colaboradores e parceiros);
    • Ações Promocionais – Criação, estratégia e sustentação de campanhas, promoções e cursos culturais na web;
    • Reputação Digital – Diagnóstico digital da marca, análise de comportamento do público-alvo e desenvolvimento de soluções customizadas;
    • Monitoramento – Monitoramento das mídias digitais por meio de software especializado para mensuração de resultados; business inteligence: relatórios periódicos com análise de ações, repercussão e tendências;
    • Plano de Mídia – Plano de mídia on-line: concepção e criação de estratégias de mídia e produção das peças publicitárias; monitoramento de campanhas, relatórios de performance periódicos; FacebookAds: planejamento, desenvolvimento e criação de anúncios e campanhas para FaceAds (social ads); relatórios de performance de campanha no Facebook em tempo real;
    • Marketing e Comunicação – Ações de comunicação integradas ao marketing que fortalecem a marca e fidelizam públicos de interesse; inteligência competitiva: entendimento da concorrência e desenvolvimento de ações pontuais.

Edição 1 Comunicação, 2017

Edição 1 Comunicação, 2017

Endereço

Rua República Árabe da Síria, 15, sala 208 - Jardim Guanabara, Rio de Janeiro.

Telefone

Telefone: (21) 2462-1933 (9 às 17 horas)

Telefone: (21) 3353--0450 (9 às 17 horas)

Edição 1 Comunicação, 2017

Orçamento Direcionado

É uma satisfação enviar este orçamento para darmos início a uma nova parceria. No entanto, todos os projetos em vídeo, devem ser acompanhados por algumas orientações com o objetivo de deixar transparente o processo de produção e o entendimento de cada variável  e seus  impactos no custo. Sendo assim, vamos descrever as seguintes etapas:   Etapa pré-produção

  • Criação do Projeto visual ( ON AIR) do vídeo
  1.  Vinheta de abertura com o nome do programa ou marca do cliente obedecendo suas estratégias de marketing;
  2. Tarja para assinatura com o nome do convidado ou nome de entrevista, tema ou outra categoria de informação;
  3. BUG ou selo do canal ou programa;
  4. Artes ilustrativas de trabalhadas para promover o programa
Abaixo segue um exemplo de artes que podem ser simples ou mais gráficas, no entanto todas valorizando a marca e as estratégias de conteúdo do cliente. Neste exemplo, no vídeo produzido por nós, mantemos a marca já produzida do cliente e animamos utilizando outras intervenções: https://www.youtube.com/watch?v=i_R6c7W7Juo

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Ideias Orcamentárias

É uma satisfação poder apresentar algumas ideias para criação e uma previsão inicial de valores para um projeto audiovisual. Em primeiro lugar, gostaria de evidenciar que o roteiro é a arquitetura de todo este projeto podendo influenciar diretamente nos valores.  Cada componente, assim como a construção de um prédio através de uma planta arquitetônica, interfere no resultado qualitativo e visual.  De acordo com uma pequena conversa, me aventurei em orientar algumas ideias: um vídeo curto de até 3 minutos de dicas de energia com cunho jornalístico e interferências publicitárias.   Por exemplo, neste vídeo  acima, embora bem longo, temos alguns elementos  importantes como  uma vinheta de abertura, um locutor, um apresentador que pode ser apenas com locução ou vídeo ( imagem dele como entrevistador) , e os entrevistados com um fundo de imagens de locais e de acordo com o tema proposto. Note, que durante o vídeo existem interferências de arte que são feitas por um designer, o mesmo que fará a vinheta de abertura caso não tenha. Estas artes são fundamentais para compor a dinâmica do vídeo. Esta vinheta de abertura é bem complexa, logo, não coloquei neste estudo direto. Pensei numa vinheta de abertura simples, mais rápida e ter um pouco deste ritmo de edição.

  1. Locutor;
  2. Vinhetas e interferências;
  3. Até 3 externas para entrevista e gravação de prédios e outros locais;
  4. Diretor de Imagem;
  5. Sonorização e valor previsto R$ 15.500,00
  6. Caso seja um ator para apresentar é preciso verificar o orçamento para assegurar o cachê do mesmo. Em alguns casos, o cachê varia de acordo com a visibilidade de quem vai interpretar o texto.
  Este modelo 2 de vídeo acima, de acordo com uma rápida pesquisa na internet, é um dos mais eficientes.  De fato, você vai notar que é um vídeo muito bem trabalhado, com interferências de arte durante vários momentos, e interferências modernas e passando um conceito de atualidade. É um vídeo bem mais caro, e o valor de finalização, fica mais complicado orçar assim. Mas me aventuro em sugerir como modelo de formato a forma da captação de imagens : um  consultor falando, andando e trazendo um movimento de câmara bem dinâmico. Utilizaremos interferências contínuas de arte, talvez um pouco mais simples, mas que possamos ter esta sintonia com a imagem. Esta abertura é muito bem feita, logo, não estou contemplando neste orçamento, estou seguindo mais o desenvolvimento do vídeo com o formato de entrevistas.  Neste caso, o valor de R$ 22000,00.   Uma observação muito importante é na dinâmica de produção de um ou mais vídeos. Caso tenhamos, por exemplo, três vídeos para produzir, o ideal seria um desenvolvimento contínuo com o mínimo de tempo entre a captação de imagens entre um e outro. Isto porque vários recursos estão envolvidos e até a escolha da lente, luz, audio, entre outros. Logo, diríamos que a produção de três vídeos já agendados com os consultores durante 3 ou até 5 dias inteiros de produção, o valor final será mais compacto. Ou seja, não seria três vezes o valor de vídeo, podendo ser reduzido consideravelmente. Caso queira este orçamento completo, preciso apenas que você defina se todos os entrevistados estarão disponíveis para a produção ou teremos que fazer este contato aos poucos de acordo com a agenda da própria empresa. Espero que ajude este pequena ensaio orçamentário. Qualquer coisa, pode comentar abaixo. Obrigado Mauricio Lima Gestor de Conteúdo e novas ideias

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Os desafios das marcas no Face

Posts orgânicos no Facebook estão atingindo menos usuários. A redução do alcance é natural e já vinha sendo esperada, afirma a empresa, e os administradores de páginas de marcas precisam agora trabalhar com este cenário.

“Isso não é proposital e não está acontecendo para gerar mais receita publicitária. O alcance orgânico hoje é menor do que há seis meses porque o feed de notícias está mais concorrido”, diz Camila Fusco, gerente de comunicação do Facebook Brasil.

Na semana passada, ProXXIma e Meio & Mensagem repercutiram informações do Advertising Age, que teve acesso a um plano comercial enviado pela rede social a parceiros nos EUA. O documento explica que a distribuição orgânica das mensagens vai diminuir gradualmente ao longo do tempo, “para garantir uma experiência mais significativa no site”.

Segundo a executiva da empresa, não se trata de uma estratégia para aumentar o volume de mensagens pagas pelos anunciantes. “Temos um volume cada vez maior de conteúdo sendo postado por usuários e marcas. Neste contexto, era importante explicar ao anunciante que a concorrência pelo feed se acirrou e que ele tem a opção de promover posts para gerar maior alcance.”

Em média, um usuário da rede social que recebe 1.500 postagens vai ver em seu feed 300 delas, ou 20% do total. Estes números, de julho, são os últimos divulgados pelo Facebook. O conteúdo é selecionado de acordo com o comportamento do usuário no site – quanto maior a interação com determinados amigos ou páginas, maior a possibilidade de suas postagens aparecerem.

As agências de publicidade sentem a alteração já há algum tempo. Para Rafael Macedo, diretor de mídia da W3haus, o que ocorreu foi uma mudança de patamar. “O Facebook está caminhando para ser uma plataforma de mídia, não apenas de social media”, analisa. “É um dos veículos com maior alcance e capacidade de segmentação, mas a competitividade ali também está maior.”

Desde setembro, sua equipe tem verificado redução do alcance orgânico. Para conseguir resultados assim, é preciso focar em conteúdo relevante de qualidade, mirar no target e ter investimento em mídia, afirma Macedo.

“Não adianta mais só conquistar uma base de fãs. Se você não investe no canal, pouquíssimas pessoas vão ver o seu conteúdo, perto do potencial de entrega que o Facebook tem. Uma página com 5 milhões de fãs vai ser vista por apenas 10% dessa base”, compara.

Queda histórica acelera

Roberto Cassano, diretor de planejamento e estratégia da Frog, avalia que o declínio do alcance orgânico nos últimos quatro meses variou entre 25% e mais de 40%, dependendo da fan page. A agência administra páginas em diversos segmentos, de clientes low-profile – que dependem do orgânico – àqueles que investem em mídia.

“Essa queda é histórica e está acelerando. Sempre foi claro que a base é um universo potencial, mas estamos mais dependentes de investimentos, e o trabalho de conteúdo fica mais importante”, diz. Entre os anunciantes, ele vê hoje uma sensação “de ser refém”. “Eles achavam que estavam comprando uma base. Na verdade, estavam alugando.”

Cassano aponta também que a redução do alcance não é proporcional ao crescimento da base do Facebook no mesmo período, embora faça duas ponderações: o alto volume de consumo social no Brasil, que poderia fazer mais usuários e marcas postarem mais conteúdo, e o crescimento do mobile, que diminui o tamanho da tela.

Além disso, existe o fator “comportamento de manada” do brasileiro, lembra. De tempos em tempos, todos se concentram na mesma plataforma, seja ela o Messenger, Orkut ou Facebook. “Mas canais alternativos estão crescendo, como o Snapchat, WhatsApp e Instagram. E 2014 terá eventos do porte de Copa do Mundo e eleições, o que fortalece o Twitter.”

O cenário indica uma oportunidade para outros canais se reinventarem, com novos formatos publicitários, se conseguirem entregar a segmentação do Facebook, ele diz. “Um ecossistema múltiplo é mais saudável. Mas não acho que isso seja uma estratégia do Facebook porque, no longo prazo, ele passa a ser uma mídia muito cara. É um problema e um desafio para os dois lados.”

Diversidade de plataformas

No final do ano passado, especulações sobre o assunto começaram a surgir no mercado. Em novembro de 2012, a agência global We Are Social fez uma análise, em parceria com o Socialbakers, e verificou uma queda de mais de 40% no alcance dos posts orgânicos.

“Sabemos que, quanto maior o número de fãs, menor o alcance e engajamento. Mas o estudo mostrou que o alcance foi afetado de forma similar em diferentes tipos de páginas”, afirma Leslie Orsioli, diretora geral da agência no Brasil.

Para ela, a importância das mídias pagas está crescendo no Facebook, mas o mais relevante é ter uma abordagem estratégica e criativa de conversas. Outra necessidade é estar presente nas plataformas que o target já ocupou.

“A diversidade de plataformas está acelerando rapidamente”, diz Leslie, lembrando que o conteúdo tem maior probabilidade de ser disseminado se fizer parte de diferentes canais, o que aumenta o seu alcance. “Mudanças assim podem causar algum desconforto. Mas este cenário, que já era esperado, não é tão negativo.”

De acordo com o Facebook, a rede social tem 76 milhões de usuários únicos mensais no Brasil e 47 milhões de usuários únicos diários. A audiência móvel diária no País é de 20 milhões de pessoas. Na semana passada, a empresa lançou a versão brasileira do Facebook for Business, um portal com soluções de marketing e sugestões de como atingir objetivos de negócios específicos no site.

Fonte: Meio & Mensagem  

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O valor do Marketing Digital

Muitas empresas médias e pequenas visualizam no marketing digital uma oportunidade interessante de montar mais um canal de vendas. Muitas vezes, inclusive, um canal mais sustentável, acessível e lucrativo que outros tradicionalmente usados como a compra de Leads, participação em eventos ou a prospecção outbound.

No entanto, é comum que a implementação desse novo canal também enfrente algumas resistências. Fazer algo novo em uma empresa que já está acostumada a ver funcionarem uma série de outras opções é sempre um desafio, ainda mais quando o sucesso exige a alocação de alguns recursos (pessoas e dinheiro).

A grande vantagem do Marketing Digital nesse caso é oferecer um alto grau de mensuração, capaz de fornecer com boa precisão o quanto os investimentos estão trazendo retornos efetivos para sua empresa.

Este post tem como objetivo auxiliar a sua empresa a calcular quanto está sendo gasto com marketing digital para gerar oportunidades de negócio e saber quais os investimentos que valem a pena!

O que medir?

- Custo por Lead (CPL) ou  Custo por Lead Qualificado:

O CPL nos permite saber o valor de cada lead gerado, dividindo a quantidade investida com o trabalho de marketing digital (R$) pelo número de leads gerados, oriundos das diversas fontes de tráfego.

Segundo pesquisas, as técnicas de Inbound Marketing que envolvem blog, SEO e mídias sociais acarretam para as empresas um Custo por Lead geralmente 61% menor do que os leads gerados pelas técnicas mais tradicionais. Por isso medir e comparar esse valor pode ser uma excelente cartada para o Marketing Digital ganhar mais credibilidade (e investimentos) dentro da empresa.

Para ir além, dá pra pensar de forma um pouco mais avançada e medir, dentre os Leads gerados, quantos são qualificados e realmente vão ser atendidos por vendedores.

Sabemos, apesar de utilizarmos algumas estratégias para definir quem é a persona do seu negócio e como vamos atingí-las, muitas vezes acabamos tendo uma abrangência maior, alcançando leads que nem sempre são o foco, ou não estão no momento ideal de compra do seu produto ou serviço, precisando ainda de algum trabalho de gestão de leads para transformá-los em oportunidade . Por isso o Custo por Lead Qualificado entra como uma outra métrica ainda mais importante.

No entanto, para verificar se um Lead é qualificado ou não e medir a quantidade de Leads qualificados gerados é importante contar com uma boa plataforma de geração de Leads/CRM, como o RD Station. Isso porque o histórico de um Lead, as fontes de tráfego de cada conversão e o volume de interações são itens muito importantes na avaliação e não são encontrados em uma ferramenta qualquer.

Conseguir ganhar escala a um bom custo por Lead Qualificado é o maior objetivo da área de Marketing Digital.

- Custo por Aquisição (CPA):

Outra métrica que deve ser avaliada é o Custo por Aquisição. Neste caso, o fator considerado é o número de vendas efetivas (aquisição do produto/serviço), que será dividido pelo valor do investimento.

O que costuma dar aval para a área de Marketing Digital continuar crescendo e recebendo investimento é justamente ter um custo por aquisição que seja lucrativo perto do preço médio de venda dos produtos/serviços. Por isso, apesar de depender também do time de vendas, é um indicador essencial para Marketing.

- Retorno sobre investimento (ROI)

A taxa de retorno sobre investimento, designada pela sigla em inglês ROI ou Return On Investment, consiste em uma métrica utilizada para mensurar o rendimento obtido com uma dada quantia de recursos. ROI é um dos muitos indicadores de desempenho existentes para avaliar o chamado custo-benefício com relação aos investimentos e pode ser calculado como:

ROI = Ganho obtido – Quantia gasta com o investimento.

Nesse caso, somam-se todas as vendas originadas pelo canal de Marketing Digital e subtraem-se todos os gastos efetuados para isso.

No caso de vendas pelo modelo de assinatura, é interessante colocar aqui uma expectativa média de quanto tempo o cliente fica e quanto de receita ele deve gerar, para que o ROI reflita de fato a realidade.

Como Calcular?

Para auxiliar a saber quanto é investido para o trabalho com o marketing digital, compartilhamos abaixo uma planilha que utilizamos aqui na Resultados Digitais.

Ali estão discriminados todos os gastos que temos para a geração de leads.

Nos casos de custo de aquisição ou venda, é preciso também somar o tempo investido pela área de vendas especificamente nessas oportunidades geradas por Marketing.

É importante atentarmos para um detalhe. Essas contas vão trazer um custo geral de todos os Leads gerados.

Alguns custos podem ser considerados como “fixos” e é comum vermos empresas contabilizando com métricas separadas. Ex: Se o orçamento de AdWords é de R$ 600,00 mensais e gerou em um mês 60 leads, significa que meu Custo Por Lead em AdWords é R$ 10,00, certo? ERRADO! Além do investimento na compra de Adwords, entram também: parte das horas de pessoal que foi destinada à criação e monitoramento da campanha de AdWords e as ferramentas utilizadas para análise.

A intenção da planilha é dar gerar o custo real, aquilo que de fato foi investido. Assim as métricas se tornam muito mais confiáveis.

Algumas observações importantes:

- Não existe uma resposta pronta para dizer se o seu custo por Lead ou por aquisição é alto ou baixo. O parâmetro que sua empresa deve definir é baseado na taxa de fechamento e no ticket médio do produto ou serviço que é vendido e isso varia muito para cada empresa.

- Nem sempre os números são bons em um primeiro momento – isso é normal. As coisas demoram até ganharem escala. Contudo, acompanhar essas informações ao longo do tempo será importante para avaliar a evolução desses números com o objetivo de reduzir os custos nas métricas citadas acima.

- Essas métricas são importantes para a diretoria, mas para realizar otimizações o time de marketing precisar ir muito além desses valores. É essencial analisar individualmente o comportamento de cada fonte de tráfego e trabalhar melhorias pontuais para cada uma delas. O papel do marketing será entender como a busca orgânica, links externos e  busca paga podem ser melhor aproveitadas já que  cada uma apresenta um papel diferente no marketing digital. Experimentar diferentes formas de geração de resultados para sua empresa é importante, mas fazendo isso com planejamento e com métricas que permitam uma avaliação precisa dos resultados.

Fonte:  http://resultadosdigitais.com.br

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A importância da AI

A assessoria de imprensa é uma ferramenta do jornalismo em si que liga de forma direta a notícia com a mídia. Ela pode e deve ser utilizada pelas empresas de pequeno, médio e grande porte. Não podemos confundir o assessor e seu trabalho com publicidade, pois a assessoria leva de forma clara a notícia. Já na publicidade, ele vende propaganda, ocupa boa parte dos espaços, da mídia e da imprensa com marketing, enquanto o assessor noticia, divulga em forma de noticia, colunas, releases.

Existem alguns aspectos que fazem parte da assessoria. Eles são: o press kit, ou press imprensa, um pacote empresarial que conta informação e algum aspecto promocional. Temos também o mailing list, ou mala direta, também conhecida como lista de correio, entrevistas coletivas, questões de sociabilidade e questões sociais.

Ela surgiu entre a década de 60 e 70 e veio para ficar. Conforme a globalização, desde então, vem sofrendo alterações e melhorias. O papel do assessor hoje continua sendo importante como era antes, porém as novas tecnologias e meios de comunicação tornaram o trabalho do assessor em algo mais "complexo". Não basta ser criativo: é preciso saber abordar, conduzir, noticiar, ser sociável, ter contatos, agilidade, ética, clareza e, principalmente, saber diferenciar tais notícias e acontecimentos.

A empresa e o empresário

Pela qualidade e constância do trabalho do assessor de imprensa, ele tende a levar até a mídia a postura da empresa e melhorar sua imagem, seus valores perante a sociedade em si. Tornam pessoas, personalidades, empresas, órgãos públicos, a serem vistos e bem lembrados.

A assessoria de imprensa deve fazer parte da imprensa. Ignorar esse aspecto é o mesmo que ignorarmos a mídia e suas singularidades. A mídia sempre vai existir, prevalecer e opinar; cabe ao assessorado direcionar, pois hoje em dia no mundo todo existem mídias e mídias, as que são transparentes e as mídias negras, onde muitos distorcem a informação, publicam sem antes checar suas fontes e deixam por isso mesmo.

Tal assessoria precisa ser classificada dentro do parâmetro da comunicação pública da organização, levando-se em conta que as mudanças ocorridas na sociedade, aliadas à globalização do mercado, alteraram profundamente a noção de comunicação organizacional, criando a interdependência da organização de seus públicos, inclusive da imprensa. A empresa não pode ficar falando para si; precisa falar para o mercado global, falar no geral.

O ponto não é discutir quem faz assessoria ou o que é específico de cada habilitação da comunicação social, mas estar atento às mudanças ocorridas no campo da relação das organizações com os seus diferentes públicos. A empresa e o empresário não podem mais focar e voltar seu olhar somente para si; ele tem de estar ligado, olhar sempre para fora, ao seu redor, pois é nesse meio que a notícia e a vida acontecem.

Maior credibilidade

A assessoria ganhou aspectos estratégicos, planejamentos, e hoje pode ser considerada uma consultoria e não somente uma assessoria, pois quando se trabalha em prol do assessorado a tendência é beneficiá-lo em todos os aspectos, desde empresarias até pessoais. Existem inúmeros tipos de assessoria: temos a política, empresarial, pessoal, assessoria de marketing, de estilo, de roupas (personal stylist), de boas maneiras etc.

As organizações, as empresas, não estão interessadas somente em se relacionar com alguns ou a minoria, mas sim, com todo o mercado, todos os segmentos, de maneira positiva, permanente, a fim de lucrar, de manter seu faturamento, de manter-se em evidência e em clima de negócios.

A assessoria de imprensa é de suma importância tanto para os jornalistas, os profissionais de Relações Públicas que também desempenham essa função, mas sim, diante de todo comércio em si, de toda sociedade, pois ela é a via de mão dupla, é quem propaga a notícia diante da mídia, quem cria, quem conduz, conserta, divulga, modifica a mente das pessoas e da sociedade em si, que até hoje insiste em não querer acompanhar o crescimento e a valorização de tais profissionais em meio ao mercado de trabalho.

Dentre o jornalismo, essa é uma área que realmente faz a diferença! A empresa não escolhe sempre, nem quando e nem onde quer aparecer. Por isso, o assessor é de suma importância para o assessorado, pois ele viabiliza uma maior credibilidade e melhoram as relações mídia x empresa e empresário x funcionário.

Fonte: www.observatoriodaimprensa.com.br

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Consumo de notícias nas redes

É comum ver notícias no Facebook, mas isso faz parte de uma experiência acidental e não intencional, revelou uma pesquisa feita pela organização Pew Research Center, em colaboração com a Fundação John S. and James L. Knight, com mais de cinco mil adultos americanos. Nos EUA, 64% dos adultos são usuários do Facebook; destes, 30% consomem notícias na rede social. A maior parte deles não vai ao Facebook com esse fim, mas a grande maioria (78%) dos que consomem notícias no site as obtém por outras razões. Destes, apenas 22% acham a rede um canal importante para notícias e 4% dizem que é o canal mais importante para tal.

Segundo o estudo, o Facebook acaba expondo as pessoas a informações a que não teriam geralmente acesso. Enquanto apenas 38% dos usuários que acompanham notícias regularmente dizem que a rede é um modo importante para obtê-las, esse percentual sobe para 47% entre os que não acompanham o noticiário com frequência. Jovens de 18 a 29 anos representam 1/3 (34%) dos consumidores de notícias no Facebook e consideram o site uma fonte importante delas.

A natureza da rede social acaba expondo mais pessoas ao conteúdo noticioso. Quanto mais tempo se passa conectado, há mais probabilidade de se obter notícias no Facebook; 2/3 (67%) dos que usam a rede por pelo menos uma hora por dia têm acesso às notícias, comparado a apenas 41% dos que passam menos de uma hora.

Em relação ao consumo de canais noticiosos, aqueles que consomem notícias no Facebook acessam outras plataformas na mesma proporção do que a população em geral: 42% assistem ao noticiário local de TV e 23% a canais a cabo (na população em geral, estes índices são de 46% e 24%, respectivamente). No entanto, apenas 21% dos consumidores de notícias do Facebook leem jornais impressos, comparado a 27% da população geral.

Notícia e interação

Esse grupo costuma participar mais da rede social do que os outros usuários: 77% usam o Facebook para ver o que os amigos estão fazendo, comparado a 60% dos outros usuários; 49% usam o chat com amigos e familiares, versus 29%; e 26% postam atualizações pessoais, comparado a 9%. Além disso, quase 2/3 (65%) dos que consomem notícias visitam a rede social várias vezes ao dia, comparado a 29% dos outros usuários.

Quase metade (49%) dos consumidores regulares de notícias as obtém em seis ou mais temas diferentes – e o mais popular é entretenimento, seguido por notícias sobre sua própria comunidade, política nacional e governo, e esporte. Ainda assim, o Facebook não se tornou uma plataforma para notícias de última hora – apenas 28% dos consumidores de notícias acessam a rede para obter este tipo de informação.

Em relação à interação, 64% dos consumidores de notícias clicam algumas vezes nos links de notícias e 16% com mais frequência; 60% curtem ou comentam algumas vezes e 19% com mais frequência. No entanto, menos da metade (43%) posta ou compartilha links algumas vezes (10% com mais frequência) e 32% discutem temas com outras pessoas algumas vezes (6% com mais frequência). A maior razão (70%) pela qual as pessoas clicam nos links é interesse no assunto e 37% alegam que são motivados pela recomendação de um amigo.

Dos que consomem notícias no Facebook, 34% seguem organizações de mídia ou jornalistas na rede social. Estes usuários costumam ser mais ativos, clicando em links noticiosos (27% contra 10%), publicando ou compartilhando (16% versus 7%) e debatendo as notícias online (11% contra 4%).

O estudo, que é a primeira parte de um projeto sobre o papel das notícias no Facebook e em outras redes sociais, pode ser acessado aqui (em inglês).

Fonte: www.observatoriodaimprensa.com.br

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As mídias sociais mais acessadas

O Facebook, com 68,77% de participação de visitas, manteve a liderança entre as redes sociais mais visitadas em julho no Brasil, de acordo com dados da Hitwise, ferramenta líder global de inteligência em marketing digital da Serasa Experian. Em comparação com julho de 2012, houve alta de 13,78 pontos percentuais. O Facebook é o primeiro colocado do ranking desde janeiro de 2012. Em julho de 2013, o YouTube apareceu em segundo lugar na preferência do usuário de Internet, com 17,99% de participação de visitas, alta de 0,07 ponto percentual no ano contra ano. O Ask.fm, com 1,96% de participação de visitas, ficou em terceiro lugar, seguido de Twitter (1,83%) e do Orkut (1,54%). Em sexto lugar no ranking de maio de 2013 ficou o Yahoo! Respostas Brasil (1,37%), seguido de Badoo (1,05%), Bate-papo UOL (0,80%), Google + (0,66%) e Instagram (0,50%). O tempo médio de visitas ao Facebook foi de 28 minutos e 17 segundos em julho de 2013, enquanto no YouTube, os usuários gastaram 22 minutos e 59 segundos na navegação em média. O Ask.fm teve tempo médio de visitas de 20 minutos e 26 segundos em julho. Confira os dez mais:

1° Facebook: 68,77% de participação de visitas às redes sociais 2° YouTube: 17,99% 3° Ask.fm: 1,96% 4° Twitter: 1,83% 5° Orkut: 1,54% 6° Yahoo! Answers Brasil: 1,37% 7° Badoo: 1,05% 8° Bate-papo UOL: 0,80% 9° Google+: 0,66% 10° Instagram: 0,50%

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